If You Wear That Velvet Dress
Sobre o Oscar 2010

Guerra ao Terror é meu “ídolo”! Nem vi, só ouvi falar bem. Se eu não gostar do filme, fico feliz por ele (e a diretora Katryn Bigelow) mostrar ao James Cameron que filmes não são apenas mastodontes de dinheiro e tecnologia, mas, acima de tudo, estórias.
A transmissão da Globo é aquela coisa fétida que sempre foi. Nem áudio em SAP tinha disponível. Ao menos a Maria Beltrão e o José Wilker são figuras simpáticas (deve ter gente melhor para apresentar, mas mesmo assim…).
Quanto às premiações…
O “Pai Nosso” do Rock & Roll.
Assim que soube da realização de um show de Chuck Berry em minha cidade eu pirei. Soltei em alto (altíssimo, na verdade) e bom som um fálico palavrão. Na minha vã inocência, o pai do Rock estaria em condições físicas de apenas “rockin’ an old swing chair” (não sabe inglês? Aprenda!). Bom Deus, eu estava errado.
Avatar Versus Sci-Fi
Eu vi Avatar. EM 3D, como manda o figurino. Claro que eu resisti ao hype enquanto pude, mas por todos os lados eu lia críticas positivas sobre o filme. Tudo bem. Fui com a digníssima. Na saída do cinema ela estampava um belo sorriso de satisfação e eu um daqueles amarelados, do tipo “Que bom que você gostou!”.
Lost – A última temporada
Termina em 2010 a série de aventura, mistério e fantasia mais maluca e encantadora de todas os tempos.
Dia 2 de fevereiro será exibido nos EUA (dia 9 no Brasil) o primeiro episódio da última temporada de Lost. Foram 5 anos de muita diversão, tensão, sorrisos, lágrimas e mistérios, muitos mistérios. Acaba tudo em 2010. O final da série deve acontecer em maio ou junho (Me lembrei do final de “The Truman Show”). Vou ficar triste por não ter mais minha série favorita e terei que lidar com mais essa perda (assim aconteceu com Beavis & Butthead, Aeon Flux, Caverna do Dragão, Thundercats, Calvin & Haroldo, John Lennon, Kurt Cobain, Heath Ledger e por aí vai…).
Watchmen & Watchmen

Em meio à febre dos seres azuis de Avatar (alguém falou em Smurfs?), ouso resenhar outra obra com um personagem azul. Só que um personagem muito mais rico, pleno de nuances e mistérios. O personagem é Dr. Manhattan e a obra é Watchmen.
Cinema: A maior diversão
O meu passatempo favorito ultimamente tem sido assistir filmes. De todos os estilos. O que me chama a atenção num filme é um bom elenco, diretor ou simplesmente o fato de a história ser do meu interesse. Como não tenho TV a cabo, a locadora acaba sendo minha fonte mais constante (e até tenho restrições à TV a cabo, pois é raro passarem os filmes que eu quero assistir na hora em que quero assisti-los). Dos filmes que vi (ou revi) recentemente, gostaria de escrever um pouco sobre os destaques. Leia mais…
Antes, durante e depois

Conversei recentemente sobre astrologia com uma amiga e ela me falou sobre o fato de que antes do nosso aniversário vivemos o chamado ‘Inferno Astral’, aquela época onde tudo que pode dar errado, geralmente dá errado. Após o aniversário, vivemos uma fase onde as coisas tendem a funcionar melhor, com sorte acima do normal, timing e “coincidências” surpreendentemente positivas. Depois disso, vem a fase meio a meio, fifty/fifty. Nem tudo dá certo, nem tudo dá errado. Ou seja, três fases. Comigo esse ano foi assim…
8 anos desde que o mercado mordeu a nova maçã

Fazem uns bons 10 anos que me iniciei no mundo do áudio digital. Antes deles, pouco se ouvia nos computadores. Eram blips, tóins, tums (das mensagens de erro), um arpejo aqui, uns efeitos acolá. Daí apareceram as gravadoras de CD nas quais se podia copiar, a baixíssima velocidade, os arquivos WAV para o computador e gravar num CD virgem. E eram caros os CD’s cabaço (como todo bom cabaço deveria ser).
Daí veio a revolução numa sigla: MP3. Eu só sabia que eram arquivos de música que faziam caber cerca de 700 minutos num CD, mas com um porém: só tocavam no computador. Ou seja, servia basicamente pra fazer back-up, aqueles discos de segurança. Em paralelo, o VHS dava seus últimos suspiros. A novidade era o DVD, com imagem mais limpa, som de CD e uma série de avanços incríveis com relação às fitas agora destinadas ao mofo. Perdi umas 20 fitas VHS com muita coisa bacana. Na verdade ainda guardo algumas no intuito de convertê-las em DVD quando sobrar dinheiro depois de pagar as contas.



